Em 2026, empresas competitivas já aprenderam que o vale-transporte não é só uma “obrigação”, especialmente para gestores e lideranças que buscam eficiência operacional aliada à experiência do colaborador.
Uma pesquisa sobre benefícios corporativos, realizada pela Robert Half com mais de 1.100 profissionais no Brasil, mostrou que 76% dos trabalhadores gostariam de fazer mudanças nos pacotes de benefícios que recebem.
O dado revela um movimento claro do mercado: os benefícios seguem entre os principais fatores percebidos e valorizados pelos colaboradores, mas cresce a demanda por mais flexibilidade de acordo com o perfil e momento de vida de cada colaborador, um ponto que vem ganhando atenção crescente nas decisões estratégicas das organizações.
Essa tendência reforça o papel estratégico dos benefícios nas políticas de Recursos Humanos, influenciando diretamente o engajamento, a experiência do colaborador e a valorização da marca empregadora e, consequentemente, indicadores relevantes para o negócio.
Nesse contexto, vale olhar com mais atenção para um benefício pouco citado em relatórios, mas presente diariamente na vida de milhões de pessoas, que é o vale-transporte.
O vale-transporte é frequentemente tratado como obrigação legal, mas, na prática, representa muito mais do que isso.
Regulamentado em 1987, o programa foi criado para garantir que o trabalhador pudesse arcar com os custos do transporte público no deslocamento diário entre casa e trabalho, uma necessidade básica que antes comprometia de forma significativa sua renda.
Trata-se, na verdade, de um dos programas sociais mais relevantes já implementados no país, justamente por viabilizar o acesso ao trabalho formal, mesmo em local distante da moradia e sem comprometer a renda do trabalhador, o que também amplia o acesso das empresas a talentos em diferentes regiões.
Ao longo de mais de duas décadas, participei ativamente do processo de digitalização do vale-transporte no Brasil, ajudando a construir o modelo de interação entre empresas usuárias e o transporte público, formato ainda predominante no mercado.
Essa experiência prática evidenciou que o benefício só funciona na ótica da empresa usuária quando há tecnologia e experiência aplicadas para proporcionar ao gestor uma operação silenciosa, sem atritos, fator cada vez mais relevante para lideranças que precisam garantir eficiência com menor esforço operacional.
É essa lógica que tem levado muitas empresas a revisitar a forma como gerenciam o vale-transporte, tratando-o como um tema estratégico e não apenas operacional, especialmente em contextos de escala e complexidade.
Boa gestão do vale-transporte impacta não só nos custos, mas no dia a dia de trabalho
Um exemplo recente desse movimento é a Tenda Construtora, empresa de atuação nacional com mais de 6 mil colaboradores, dos quais cerca de 4 mil utilizam o vale-transporte diariamente em várias regiões do país. Esse volume torna o benefício especialmente sensível para a operação e para a tomada de decisão dos gestores. Ao adotar o vale-transporte da Beneo como parte da revisão de sua gestão, a empresa tornou simples o que ainda é tido como complexo na mente do RH. Mas a experiência com a Beneo define um mindset positivo dos gestores sobre o tema, reforçando a importância de uma gestão mais estruturada.
É a partir desse tipo de experiência concreta que nasce a campanha Vale-Transporte Beneo, o Único que Vale. O conceito é simples: o vale-transporte só vale quando funciona de verdade. Para sustentar essa visão, a campanha se apoia em quatro pilares:
· O Vale-Autoridade reflete a experiência prática de quem conhece profundamente o benefício.
· O Vale-Tecnologia organiza processos e elimina tarefas manuais com método e automação, contribuindo para decisões mais assertivas.
· O Vale-Transparência garante visibilidade sobre o atendimento dos créditos no transporte público para cada beneficiário, reduzindo ruídos entre RH, gestores e colaboradores.
· O Vale-Conexão coloca o colaborador no centro do processo, com autonomia para acompanhar o benefício e resolver demandas sem acionar o RH a cada ocorrência – liberando tempo da área para atuação mais estratégica.
Hoje, a Beneo representa a quarta geração dessa evolução, disponibilizando também economia na gestão de saldos e automação de escolhas de opções de mobilidade pelos colaboradores, tudo com conformidade legal e em uma única plataforma
O colaborador, por sua vez, acompanha seu benefício e resolve inconsistências diretamente pelo aplicativo, enquanto o RH deixa de atuar de forma reativa e recupera tempo para atividades mais estratégicas, com impacto direto no negócio.
No fim das contas, quando o Vale-Transporte funciona bem, é silencioso, passa despercebido. Quando falha, vira um problema para todos, principalmente para quem está à frente da gestão e precisa lidar com impactos operacionais e de engajamento.
É isso que a campanha Vale-Transporte Beneo, o Único que Vale, propõe ao mercado: mostrar que, na prática, só vale o que funciona.
Por Armando Ribeiro, CEO da Arista e da Beneo. Também é Colunista do Mundo RH
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