Não dá mais para pensar na inteligência artificial como uma tendência ou como uma ferramenta a “talvez” ser adotada. Em um ritmo tecnológico acelerado, mesmo as IAs que não se atualizam já estão ficando para trás. Imagine, então, um setor que não se atualiza. Nos Recursos Humanos, a IA vem assumindo um papel cada vez mais estratégico: reduzir burocracias, trazer mais precisão aos processos e liberar os profissionais para se dedicarem ao que realmente importa: as pessoas.
O discurso pode até já soar um pouco repetitivo, mas a prática já distancia as empresas mais competitivas daqueles que estão ficando para trás.
No Brasil, ainda assim, a adoção da tecnologia ainda enfrenta barreiras. Segundo a PwC Brasil (2024), apenas 18% das empresas utilizam IA de forma estruturada em seus processos de gestão de pessoas, número considerado baixo frente ao potencial de ganhos. É nesse cenário que a SinergyRH, HRTech fundada em 2007 em São Paulo, ganha destaque ao mostrar que é possível unir inovação tecnológica e humanização no RH.
De acordo com Erika Rosa, diretora comercial da SinergyRH, o grande obstáculo para a adoção da IA não está em custo ou tecnologia, mas sim na resistência cultural.
“Muitas empresas acreditam que a IA é cara ou complexa demais, mas na prática, ela pode ser aplicada de forma simples e com retorno rápido. O caminho para quebrar essa resistência é mostrar os benefícios no dia a dia: menos erros, mais agilidade e dados mais confiáveis.”
Esse dado dialoga com pesquisa de 2023 da Deloitte, que aponta que 52% dos executivos de RH brasileiros veem a cultura organizacional como a principal barreira para implementar soluções digitais no setor.
RH em minutos: até onde a IA pode chegar
Com a evolução tecnológica, já é possível imaginar um futuro em que grande parte dos processos de RH seja realizada em minutos. Mas, salienta Erika, o fator humano nunca sairá de cena:
“A gestão de pessoas nunca será apenas processo. Escuta, empatia, desenvolvimento humano e cultura organizacional sempre precisarão do olhar humano. A IA deve liberar o RH da parte burocrática justamente para que o time tenha mais tempo para o que só pessoas podem fazer.”
O dilema entre eficiência algorítmica e empatia humana também é tema central. Para a SinergyRH, o equilíbrio está na clareza de papéis: “A IA deve assumir as rotinas repetitivas, enquanto o RH atua onde a tecnologia não chega, nas relações humanas. Esse é o ponto em que eficiência e empatia se complementam”, pontua a executiva.
Esse posicionamento acompanha estudos recentes da Harvard Business Review, que indicam que empresas que conseguem equilibrar automação com contato humano têm 35% mais chances de reter talentos.
Impacto competitivo para quem não adota
Enquanto algumas empresas avançam na digitalização do RH, outras ainda mantêm processos manuais. O resultado é um impacto direto na competitividade:
“Essas empresas já sentem a diferença. Continuam gastando tempo e energia em tarefas manuais, enquanto outras conseguem ser mais ágeis, seguras e estratégicas com o uso da tecnologia. Quem demora a adotar perde espaço competitivo e atrasa a transformação do seu RH”, esclarece Erika.
Segundo a McKinsey, em levantamento feito no ano passado, empresas que utilizam automação no RH conseguem reduzir em até 60% o tempo gasto em tarefas administrativas e obter ganhos de produtividade que impactam diretamente nos resultados de negócio.
A SinergyRH se coloca como parceira estratégica nessa jornada de transformação. Com uma plataforma completa, que integra folha de pagamento, admissão digital, ponto eletrônico, prontuário eletrônico, orçamento empresarial e até inteligência artificial própria, a HRTech já processa mais de 900 mil holerites por mês, atende a mais de 2.200 clientes e mantém um índice de 98% de retenção.
“Nosso papel vai além de fornecer tecnologia. Queremos ser parceiros que simplificam a rotina, oferecem inovação acessível e, ao mesmo tempo, preservam o que há de humano no RH. É assim que vemos o futuro: processos inteligentes e pessoas valorizadas”, finaliza a diretora comercial.