29º Top Of Mind de RH

Automação transformadora não abre mão do olhar humano

Automação transformadora não abre mão do olhar humano

Não dá mais para pensar na inteligência artificial como uma tendência ou como uma ferramenta a “talvez” ser adotada. Em um ritmo tecnológico acelerado, mesmo as IAs que não se atualizam já estão ficando para trás. Imagine, então, um setor que não se atualiza. Nos Recursos Humanos, a IA vem assumindo um papel cada vez mais estratégico: reduzir burocracias, trazer mais precisão aos processos e liberar os profissionais para se dedicarem ao que realmente importa: as pessoas.

O discurso pode até já soar um pouco repetitivo, mas a prática já distancia as empresas mais competitivas daqueles que estão ficando para trás.

No Brasil, ainda assim, a adoção da tecnologia ainda enfrenta barreiras. Segundo a PwC Brasil (2024), apenas 18% das empresas utilizam IA de forma estruturada em seus processos de gestão de pessoas, número considerado baixo frente ao potencial de ganhos. É nesse cenário que a SinergyRH, HRTech fundada em 2007 em São Paulo, ganha destaque ao mostrar que é possível unir inovação tecnológica e humanização no RH.

De acordo com Erika Rosa, diretora comercial da SinergyRH, o grande obstáculo para a adoção da IA não está em custo ou tecnologia, mas sim na resistência cultural.

“Muitas empresas acreditam que a IA é cara ou complexa demais, mas na prática, ela pode ser aplicada de forma simples e com retorno rápido. O caminho para quebrar essa resistência é mostrar os benefícios no dia a dia: menos erros, mais agilidade e dados mais confiáveis.”

Esse dado dialoga com pesquisa de 2023 da Deloitte, que aponta que 52% dos executivos de RH brasileiros veem a cultura organizacional como a principal barreira para implementar soluções digitais no setor.

RH em minutos: até onde a IA pode chegar

Com a evolução tecnológica, já é possível imaginar um futuro em que grande parte dos processos de RH seja realizada em minutos. Mas, salienta Erika, o fator humano nunca sairá de cena:

“A gestão de pessoas nunca será apenas processo. Escuta, empatia, desenvolvimento humano e cultura organizacional sempre precisarão do olhar humano. A IA deve liberar o RH da parte burocrática justamente para que o time tenha mais tempo para o que só pessoas podem fazer.”

O dilema entre eficiência algorítmica e empatia humana também é tema central. Para a SinergyRH, o equilíbrio está na clareza de papéis: “A IA deve assumir as rotinas repetitivas, enquanto o RH atua onde a tecnologia não chega, nas relações humanas. Esse é o ponto em que eficiência e empatia se complementam”, pontua a executiva.

Esse posicionamento acompanha estudos recentes da Harvard Business Review, que indicam que empresas que conseguem equilibrar automação com contato humano têm 35% mais chances de reter talentos.

Impacto competitivo para quem não adota

Enquanto algumas empresas avançam na digitalização do RH, outras ainda mantêm processos manuais. O resultado é um impacto direto na competitividade:

“Essas empresas já sentem a diferença. Continuam gastando tempo e energia em tarefas manuais, enquanto outras conseguem ser mais ágeis, seguras e estratégicas com o uso da tecnologia. Quem demora a adotar perde espaço competitivo e atrasa a transformação do seu RH”, esclarece Erika.

Segundo a McKinsey, em levantamento feito no ano passado, empresas que utilizam automação no RH conseguem reduzir em até 60% o tempo gasto em tarefas administrativas e obter ganhos de produtividade que impactam diretamente nos resultados de negócio.

A SinergyRH se coloca como parceira estratégica nessa jornada de transformação. Com uma plataforma completa, que integra folha de pagamento, admissão digital, ponto eletrônico, prontuário eletrônico, orçamento empresarial e até inteligência artificial própria, a HRTech já processa mais de 900 mil holerites por mês, atende a mais de 2.200 clientes e mantém um índice de 98% de retenção.

“Nosso papel vai além de fornecer tecnologia. Queremos ser parceiros que simplificam a rotina, oferecem inovação acessível e, ao mesmo tempo, preservam o que há de humano no RH. É assim que vemos o futuro: processos inteligentes e pessoas valorizadas”, finaliza a diretora comercial.

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